14 de agosto de 2013

Cobogó




A imagem acima é a 
Lanchonete da Cidade,
em São Paulo.
Projeto de Carla Caffé e
Carol Tonetti.


Boa noite, hoje nosso post será sobre o cobogó, aquele tijolinho vazado que podemos ver em várias construções e decorações.
Inspirados nas tramas vazadas de madeira, três engenheiros criaram um elemento vazado feito inicialmente de cimento. O Cobogó, nome derivado das primeiras sílabas dos sobrenomes de seus criadores, Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Ântonio de Góis foi criado e patenteado em 1929 .
Elemento brasileiro, com forma de tijolo, seu diferencial são as aberturas que permitem a passagem do ar . Para o clima do país a utilização do Cobogó é uma boa opção , pois permite a iluminação e ventilação de espaços internos.Também  permite a visibilidade para o exterior da moradia e a privacidade para ambientes abertos.

Os cobogós foram muito utilizados na arquitetura moderna brasileira. Teve seu auge nas décadas de 40 e 50. No entanto, hoje em dia, existe certo preconceito em sua utilização, pois com o passar do tempo deixaram de embelezar as fachadas e migraram para espaços menos nobres, como áreas de serviço (usados como divisórias), o que fez perder seu glamour inicial.
Em Brasília quase todos os prédios da Asa Sul e Norte, possuem cobogós nas fachadas em corredores ou áreas de serviço. Até mesmo na Biblioteca Pública Nacional (de Oscar Niemeyer). Ou seja, o cobogó se tornou uma marca da cidade.






Atualmente, vem ganhando importância na arquitetura em obras de arquitetos contemporâneos, até porque existem vários modelos novos, de diferentes materiais  e lindos desenhos . A seguir separamos alguns modelos e ambientes para vocês se inspirarem:



Divulgação.

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Divulgação.

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Divulgação.

Divulgação.

Divulgação.

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Cobogós de diferentes modelos.Divulgação.

Até a próxima.

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